5 de nov de 2009

folhas ao vento


Corpos estáveis e olhares plausives
Sob o céu sem estrelas...
Movimentos desencontrados
Melodia desafinada
Versos sem sentido.

Sobre os túmulos um jardim
De rosas amarelas...
E sobre o rosto lagrimas
Que caem como chuva de verão.
Amores acabados...

Nas chagas profundas
De um peito rasgado,
Jorra sangue sobre as rosas.

A dor vai se transformando
E necessário no amanhecer
Ninguém perceba que a noite
Foi como olhar a morte...
A noite foi a morte.

Vestir um longo véu
E deixar se consagrar ...
Mas o amor e como folha
Que chega suavemente
E parte com o vento.

sandrio cândido.

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