30 de jan de 2010

Um dia...

E nada será guardado
Sob as imagens velhas
Em estações fechadas
Das cidades perdidas.

Nada será lembrado
Pelos homens rudes
Que hoje atacam
As inocentes crianças.

Jaz em noites finitas
O infinito deste sonho
Jaz a verdade almejada
Jaz o desejo maldito!

E a nossa fé se move
Bruscamente para a ciência,
Mas a religião não crer
Que perder-se é um caminho.

E tudo se vai para longe
redescobrindo os caminhos...


sandrio cândido.

5 comentários:

Tatiane Trajano disse...

Ruim é ver os sonhos ruir...

poeta do inverno. disse...

ruim tambem é não ter um sonho para sonhar..
abraços
com saudações.

Priscila Rôde disse...

"Mas a religião não crer
Que perder-se é um caminho."

Belo, Poeta!

Poeta do Penedo disse...

Caro poeta do inverno
para as mentes e corações atormentados, que atentos se encontram ao desenrolar do mundo, um dia virá em que a preserverança será recompensada. Se o amor é o sal da vida, a esperança é a energia que a faz avançar.
Profundo este poema.

Com amizade

poeta do inverno. disse...

caro poeta do penedo carlos drummond de andrade, poeta brasileiro, disse em um poema que surgirá o dia do canto sublime, talvez nos estejamos nele, assim espero...
abraços
com saudações