13 de jun de 2010

Poema n° 2.

Um olhar de pedra
De areia e cal,
Um olhar sem cor
Desfeito em cinza
Descortinado
Pelo sempre amor.

Ainda resiste
Na saudade.
Mas o que sufoca
É esperar um futuro
Porque o passado
Não padece mais.


sandrio cândido.

10 comentários:

CANTO GERAL DO BRASIL (e outros cantos) disse...

Sandrio,
O passado não padece mais: é verdade, poeta, nenhuma dor é pretérita...

Abraço presente e footuro,
Pedro Ramúcio.

Valéria Sorohan disse...

Toda mudança é salutar!

BeijooO'

Janita disse...

Olá Poeta.

As chagas do passado podem ser o impedimento à alegria do presente.

Para um futuro risonho só conheço uma palavra: ESPERANÇA.

Um beijo.

dade amorim disse...

Às vezes o futuro assusta, mas é melhor não ficar pensando muito nele.

Abraço

José Carlos Brandão disse...

Somos escravos do tempo. A felicidade é ignorá-lo.
Abraços.

Mari Amorim disse...

Sandrio,
Passei para ler e desejar um excelente final de semana,
Boas energias,
Mari

Maria disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Maria disse...

Amigo excelente poema!

Tenha um feliz fim-de-semana

"A felicidade não está em viver, mas em saber viver. Não vive mais o que mais vive, mas o que melhor vive, porque a vida não mede o tempo, mas o emprego que dela fazemos." (Autor desconhecido)

bjs do tamanho do infinito
Maria

Solange Lopes disse...

Lindissímo seu poema Sandrio...parece ter os versos encravados na sua alma!
Adorei..
Beijos.......Sol

Juliana Carla disse...

Sandrio,

Difícil esperar por aquilo que não nos pertence mais... Ou sim? Incertezas...

Bjuxxx e xerooo amigo.