10 de ago de 2010

Meu adeus a todos.

" tudo há de chegar ao fim, a pedra removida para libertar do exílio os poemas solitários e os poemas passantes há de ser novamente recolocada, o caminho feito até chegar ao momento do adeus é feito de pedras e espinhos, mas também é feito de flores, magnolias, rosas, cravos( Portugal), lirios, e claro enfim o lôtus.
percorrido o deserto, fica a poeira, fica o vestígio do que passou, do que passará, do que há de passar...
foram 1oo pedaços.
meditei, queimei poemas, lutei, brinquei, chorei, cantei o Brasil, são Paulo e Portugal, lembrei de ti minha Israel.
como escrever o ultimo poema, talvez ele jamais seja escrito.
levarei poetas comigo,
a ti poeta do penedo, a ela janita, juliana lira, lara Amaral, Leonardo b, Mari Amorim, juliana karla, geraldo( o poeta de bauru), cris Sousa, priscila rodê, entre tantos como a menina do blog aquela menina com uma flor, os oráculos dos meus óculos, abundante mente e outros.

resta dizer os versos tristes e felizes que são os versos do adeus.
queridos agora não continuo no blog semanalmente e más não vou para sempre, continuarei a comentar os blogs e talvez a publicar, mas não como eu vinha, minha vida ganhou novos rumos e poeta do penedo, espere que em breve eu vou a Portugal, sei que vou.


o tempo
o tempo que inicia
o tempo da distância
tempo de presença
é o mesmo tempo do fim
e o fim é o inicio das
reticências.



sandrio cândido,
Brasil, são Paulo,
católico, poeta(talvez)
humano demasiado humano."


Até o próximo verso, este já se encaixou na métrica do tempo.
Adeus.
obrigado a todos que por aqui passaram, todos sem exceção.

7 comentários:

Poeta do Penedo disse...

Meu caro Sandrio
Eu não quero dizer que vai deixar um vazio, porque ao dizê-lo, assumiria aceitar que se vai embora...e eu sei que não vai, pelo menos definitivamente. Mas, para onde quer que vá, desejo-lhe muita sorte, porque a ida é certamente para melhorar a sua vida, em todos os sentidos. A Alma e a Rosa será um blogue que constará, permanentemente, da minha lista de blogues, para recordar a sua jovem e tão bela poesia, e para, um dia, constatar o seu regresso. Vá aonde tem de ir, sendo sempre acompanhado pelas musas. Faça-o com alegria...e regresse bem. Cá o aguardamos.
Um grande abraço meu dedicado amigo.

Insana disse...

Lindo texto

bjs
Insana

Juliana Lira disse...

Então assim se vai o canto que nos fazia flutuar...

Seca-se a fonte de onde minava a seiva que pulsava em nosso olhar...

E em seu lugar fica o vazio da saudade , a demasiada saudade...

E em seu lugar cresce uma árvore frondosa, frondosa árvore da esperança, que cria a sombra da esperança de um dia este poeta (poeta sim e humano mais que tudo!)voltar...

Deixou-me lágrimas nos olhos e a saudade na alma, porque é triste dizer adeus a quem no coração já fez morada.

Espero que volte, há poucos que nos encantam e tocam de verdade.És um desses, poucos e raros.

Mas torço que tua vida seja a verdadeira poesia do nosso Deus.

Milhões de beijos

Juliana Carla disse...

Sandrio,

Esta jornada não é fácil! Eu mesma me divido em mil para poder cumprir o papel de filha, namorada, colaboradora, poetisa (por hobby e paixão), amiga, espírita, blogueira... O tempo nos consome, o cansaço toma. A semana passada até pensei que não ia conseguir arcar com minhas muitas atividades no mundo on/ off.

O seu poema tomará novos ares... Mas, nunca morrerá!

Aguardo as novidades.

Bjuxxx e xerooo

Rita de Cássia disse...

Sandrio meu anjo, vc é um querido. A saudade será imensa pq vc é único e plantou o amor nos corações de quem te leu.
vc ja se imortalizou em meu ser, espero só q sejas feliz, onde estiveres. Quero te ver voar mesmo que lágrimas molhem meu olhar.
bjos, fique com Deus e em paz,não te esqueças de mim.
Rita de Cássia

Mari Amorim disse...

estou passando pra te dizer,que estou saudosa,e deixar-lhe um abraço carinhoso.Saúde,paz,e alegria,sucesso nessa nova estrada,e que vc quado voltar não esqueça uma amizade sincera
Boas energias,
Mari

Poeta do Penedo disse...

Caro Sândrio
Aqui estou para observar as andanças. Que o mundo se lhe abra em torrentes de surpresas agradáveis, um vulcão que deixa escorrer felicidade.